Na semana passada, o secretário-executivo da convenção de combate à desertificação das Nações Unidas, Luc Gnacadja, lançou no ar um número assustador durante uma visita à Argentina. Segundo ele, se o mundo não implementar ações concretas para frear o processo de degradação dos solos, cerca de 70% da terra no planeta sofrerão com secas até 2025. A receita para exaurir solos ao ponto da desertificação o brasileiro já conhece. E envolve desmatamento exagerado aliado ao fogo.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O século XXI começou no subsolo
O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania →
Projeto em Alta Floresta expande pontes artificiais que zeraram atropelamento de primatas
A instalação de oito novas estruturas de passagem de fauna no município reforça a bem-sucedida estratégia de conservação local para macacos amazônicos ameaçados →
Ibase aponta desafios da urbanização de favelas do Rio diante da crise climática
Levantamento com 10 mil moradores identifica problemas de arborização, drenagem, saneamento e manutenção em 18 favelas da capital do estado →
