![]() |
Em visita à Amazônia, o cineasta canadense James Cameron disse que em seu retorno para os Estados Unidos vai liderar uma mobilização internacional contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, utilizando inclusive seus filmes. Ele esteve na região de Altamira para conferir a dimensão do estrago com os próprios olhos e falar com os índios. A experiência o motivou a escrever uma carta a ser entregue ao presidente Lula sobre seu contato com as populações que serão atingidas. Cameron chegou a afirmar que os recursos que o governo brasileiro vai investir numa hidrelétrica “quase inútil” são três vezes mais do que Barack Obama pretende gastar para renovar as fontes de energia dos Estados Unidos. O diretor do filme Avatar prometeu voltar ao Brasil e acompanhar a licitação para construção da usina.
Também nesta semana Belo Monte atraiu atenção internacional depois que movimentos sociais entregaram um documento recheado de denúncias sobre as irregularidades do licenciamento da usina hidrelétrica à Organização das Nações Unidas. O manifesto foi assinado por mais de 100 entidades e pretende ser o estopim para que o Brasil seja responsabilizado internacionalmente pelos crimes ambientais e violações de direitos humanos caso a usina saia mesmo do papel.
Leia também
Borboletas e formigas: um ensaio sobre jardins e ciclos
A vida em comunidade envolve relações de cuidado, mas também conflitos, riscos e ambiguidades. A cooperação é fundamental, mas não significa harmonia perfeita. E, essa lógica não é exclusiva para o mundo dos insetos →
A esperada queda da SELIC e o maior ativo do século XXI
Nos territórios, onde as veias seguem abertas e pulsam o sangue e a alma das cidades e de seus habitantes, milhares de pessoas sofrem os efeitos das decisões sobre investimentos →
Funbio lança chamada para expansão de unidades de conservação municipais
Entidade convida instituições a apresentarem projetos para Unidades de Conservação (UCs) nos biomas Caatinga, Pampa e Pantanal; inscrições vão até 30 de março →






