Reportagens

Cálculo de carbono em áreas de reflorestamento

Dissertação de mestrado apresentada esta semana no Inpa estima que uma área reflorestada na Amazônia Central, com indivíduos de até 5 anos,estoca cerca de 2,2 toneladas de biomassa por hectare.

Redação ((o))eco ·
12 de maio de 2010 · 11 anos atrás

Manaus – Uma dissertação de mestrado apresentada esta semana no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia(Inpa) permite o cálculo do estoque de biomassa e carbono em florestas em processo de regeneração. O engenheiro florestal Gabriel Henrique Ribeiro analisou mudas e árvores em crescimento com até 5 centímetros de Diâmetro na Altura do Peito (DAP) e com mais de 30 centímetros de altura, da área experimental do Inpa na estrada ZF-2, Zona Rural de Manaus.

O estudo utilizou uma técnica desenvolvida no instituto que utiliza fórmulas matemáticas e o tamanho das árvores para medir a biomassa, sem a necessidade de derrubá-las. Com o resultado, o pesquisador estimou que uma área reflorestada na Amazônia Central, com indivíduos de até 5 anos,estoca cerca de 2,2 toneladas de biomassa por hectare. O estudo foi realizado em uma área atingida por tempestadas no início de 2005,que causaram morte de árvores e abriu clareiras na floresta.

O contato do pesquisador Gabriel Henrique Ribeiro é [email protected]
(Vandré Fonseca)

Leia também

Notícias
20 de outubro de 2021

Desmatamento na Amazônia já chega a quase 9 mil km² em 2021, mostra Imazon

Somente em setembro foram destruídos 1.224 km² de floresta, área equivalente a mais de 4 mil campos de futebol por dia. Números sãos os maiores em 10 anos

Salada Verde
20 de outubro de 2021

Em comemoração de seus 10 anos, Onçafari lança concurso de fotografia

Fotógrafos profissionais e amadores podem se inscrever até o dia 14 de novembro. Vencedores terão a oportunidade de fotografar a fauna e flora existentes na sede da Onçafari, no Pantanal

Notícias
20 de outubro de 2021

INPE não tem recursos garantidos para pagamento de água e luz até final do ano

Destinação de R$ 5 milhões pela AEB deu um respiro ao Instituto, mas órgão ainda aguarda verba de outras fontes para honrar despesas de funcionamento até dezembro

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta