
Espertos, rápidos e arredios. Os macacos-prego que habitam o Parque Nacional de Brasília, conhecido como Água Mineral pelas belas piscinas que abriga, já sofreram com perseguições e mortes em tempos de febre-amarela e são agredidos com frequencia pelos visitantes. Os mesmos que costumam atraí-los com comida, quando lhes convêm. A dupla acima foi flagrada pelo repórter Aldem Bourscheit fuçando em latas de lixo. Depois de remexer em sacolas plásticas, encontraram esse coco. Não tiveram dúvida: carregaram o banquete para os galhos da árvore mais próxima e se fartaram.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Governador eleito do Pará nomeia advogado do agro para comandar Meio Ambiente
Anúncio foi feito em Altamira, município marcado pelo desmatamento; Vinícius Borba, que protagonizou ações contra órgãos ambientais, deve assumir a secretaria em janeiro de 2027 →
Batizada de ‘Maria’, nova espécie de anfíbio homenageia o nome mais popular do Brasil
Denominação de cobra-cega exclusiva do Rio de Janeiro também reverencia mulher escravizada que ajudou a reflorestar a Tijuca →
How can the Amazon gain new markets beyond China, the U.S. and the EU?
Brazilian cattle ranching needs to improve animal-health and environmental controls to access new markets, experts say →

