Salada Verde

Escalar, coletar, preservar

Dias 12 e 13 de dezembro, em Uberlândia (MG), o Instituto Brasileiro de Florestas e o biólogo Alexandre Colleto da Silva promovem um curso nada comum: escalada para coletores de sementes nativas da Mata Atlântica.

Salada Verde ·
9 de dezembro de 2009 · 12 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente
Foto: IBFlorestas
Foto: IBFlorestas

Com o curso, a coleta se tornará mais segura. Além dos equipamentos, derivados da escalada em cavernas, as técnicas possuem padrões de certificação que seguem normas rigorosas.

Um dos raros instrutores que usa a ascensão vertical para a coleta de sementes, Silva conta que na Região Norte há mais adeptos da técnica, por hobbie ou pesquisa, e que ela também abrirá aos agricultores possibilidades para prestação de serviços na área ambiental, como resgate de fauna, coleta de sementes, estudos comportamentais de fauna e monitoramento de ninhos, atendendo a uma demanda crescente por esse tipo de trabalho.

Sem falar na qualificação da própria coleta de sementes. “Agora, eles poderão ter acesso a lugares em que só poderiam realizar seu trabalho com auxílio de instrumentos como o podão botânico (foto), uma haste de alumínio com uma guilhotina na extremidade, que é manuseada do solo por meio de uma pequena corda pelo coletor”, explicou Colleto, em nota do instituto.

Mais informações aqui.

Leia também

Análises
27 de janeiro de 2022

Um lugar para as onças da Mata Atlântica na Década da Restauração

A Mata Atlântica é um pacote completo, com onças e tudo; é preciso urgentemente nos conscientizarmos que uma floresta sem bichos não tem futuro

Colunas
26 de janeiro de 2022

O que você levaria se tivesse que abandonar sua casa em 1 minuto?

Migração forçada por causa de fatores climáticos serão cada vez mais frequentes e atingirão mais pessoas. É preciso focar em políticas públicas para mitigar seus impactos

Reportagens
26 de janeiro de 2022

Especialistas criticam medidas de curto prazo adotadas contra a estiagem no Rio Grande do Sul

Governo estadual e representantes do agronegócio pedem recursos para cobertura de prejuízos, abertura acelerada de poços artesianos e até barramentos em áreas de preservação permanente

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta