A mais nova do deputado Edmar Moreira (PR/MG), aquele do castelo estimado em 25 milhões de reais e erguido na sua cidade natal de São João do Nepomuceno, foi lançar um projeto de lei criando uma política para recuperação, proteção e estudo de “minas naturais de água”, ou seja, nascentes. Para tanto, o poder público poderá firmar convênios com entidades civis, sindicatos, federações e associações com capacidade técnica para tanto, diz a proposta. Novo surfista da onda verde, o parlamentar comentou a agência Câmara que a iniciativa é um desdobramento dos debates sobre as mudanças climáticas. “Nesse sentido, a água, elemento fundamental e indispensável para a nossa vida, está correndo sérios riscos de se tornar insuficiente no planeta. Em algumas regiões do mundo, a escassez desse recurso já é uma realidade”. Será que com tantas piscinas no castelo já está faltando água em Nepomuceno? Veja aqui.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Justiça determina que Rio incorpore clima no processo de licenciamento ambiental
Decisão estabelece prazo de 90 dias para que prefeitura passe a exigir de empreendimentos poluidores plano de mitigação de emissões e medidas de compensação →
A Era do Fogo: o alerta que vem da França
Os incêndios franceses demonstram que capacidade técnica e econômica, embora indispensáveis, não garantem proteção quando os ecossistemas perdem resiliência →
As árvores não falham. As cidades, sim
Em um clima cada vez mais extremo, o risco não está nas árvores, mas em décadas de planejamento inadequado, manejo deficiente e negligência com a arborização urbana →


