Salada Verde

Fundação SOS Mata Atlântica realiza o Viva a Mata 2017

Evento será realizado, em São Paulo, nos dias 18 e 19 de maio, com a participação de jovens lideranças em defesa do meio ambiente. Veja como participar

Sabrina Rodrigues ·
10 de maio de 2017 · 5 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente
O evento Viva a Mata tem como objetivo comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica, em 27 de maio. Foto: Tarciso Leão/Flickr.
O evento Viva a Mata tem como objetivo comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica, em 27 de maio. Foto: Tarciso Leão/Flickr.

Nos dias 18 e 19 de maio, em São Paulo, ocorrerá a 13ª edição do evento Viva a Mata 2017, promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica. O Viva a Mata tem como objetivo comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio) e este ano conta com a apresentação de histórias inspiradoras de jovens lideranças em defesa do meio ambiente.

“O Viva a Mata é um evento importante no calendário ambiental. Neste ano, queremos enfatizar ainda mais a importância dos jovens na continuidade da nossa luta em defesa da Mata Atlântica”, afirma Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação Mata Atlântica.

As atividades acontecerão no Red Bull station, na Praça da Bandeira, 137, centro de São Paulo. O evento é gratuito e terá uma programação versátil, como a realização de oficinas, plantio de árvores, distribuição de mudas, piquenique colaborativo, contação de histórias.

As vagas são limitadas e os interessados deverão se inscrever aqui, onde também terão mais informações sobre a programação.

Durante a Semana da Mata Atlântica haverá outro evento no dia 27 de maio no Parque do Ibirapuera, onde serão realizadas brincadeiras, contação de histórias e atividades de educação ambiental em um piquenique colaborativo.

 

Serviço
Data: 18 a 19 de maio
Informações e inscrições: https://www.sosma.org.br/projeto/viva-a-mata/viva-mata-2017-2/
Vagas: limitadas
Local: Red Bull Station – Pça da Bandeira, 137 Centro-SP

Semana da Mata Atlântica
27 de maio – Parque do Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana SP

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  • Sabrina Rodrigues

    Repórter especializada na cobertura diária de política ambiental. Escreveu para o site ((o)) eco de 2015 a 2020.

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Comentários 2

  1. Aristides Arthur Soffiati Netto diz:

    Devemos creditar aos povos indígenas o pioneirismo na abertura de trilhas que, posteriormente, serão aproveitadas pelos europeus nas chamadas estradas gerais e sua ramificações, como mostra Capistrano de Abreu em “Caminhos antigos e povoamento do Brasil” (1930). Os povos indígenas usavam essas picadas para a prática de uma economia de subsistência bastante robusta. Com os europeus e seus descendentes, a economia de mercado, ainda que precária, produziu desmatamento, ataques à fauna nativa e extermínio de indígenas.


  2. Raphael Albino diz:

    O Eduardo Bueno, do canal Buenas Ideias no Youtube possui um excelente vídeo sobre essa trilha e as aventuras que alguns personagens da nossa história passaram por ela.