Notícias

Inviável

Com a licença de instalação no colo, concedida no último dia 18, a hidrelétrica de Mauá, no rio Tibagi (PR), ainda terá que enfrentar obstáculos judiciais para botar as máquinas para funcionar. Nesta quinta-feira, foi protocolada junto ao Tribunal de Contas do Estado do Paraná uma representação pedindo que a execução dos contratos de concessão, financiamento e contratação das obras sejam suspensos. A iniciativa da Frente de Proteção do rio Tibagi – formada por ONGs, acadêmicos, ribeirinhos e comunidades indígenas – se apóia no argumento de que o empreendimento não tem um pingo de viabilidade financeira.

Redação ((o))eco ·
3 de abril de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Análises
21 de agosto de 2026

O século XXI começou no subsolo

O Brasil pode repetir o velho modelo de exportar recursos naturais ou transformar sua riqueza mineral e biológica em conhecimento, tecnologia e soberania

Notícias
21 de agosto de 2026

Projeto em Alta Floresta expande pontes artificiais que zeraram atropelamento de primatas

A instalação de oito novas estruturas de passagem de fauna no município reforça a bem-sucedida estratégia de conservação local para macacos amazônicos ameaçados

Salada Verde
21 de agosto de 2026

Ibase aponta desafios da urbanização de favelas do Rio diante da crise climática

Levantamento com 10 mil moradores identifica problemas de arborização, drenagem, saneamento e manutenção em 18 favelas da capital do estado

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.