Notícias

Excesso de cadáveres

A Aids voltou a se espalhar de forma tão avassaladora no sul da África que em algumas regiões, as autoridades, por falta de novos cemitérios, estão sendo obrigadas a reciclar túmulos nos velhos. É o que acontece em Durban, África do Sul, onde a doença está matando bem mais rápido do que a capacidade da burocracia de descobrir o que vai fazer com o número exagerado de falecidos. O The New York Times (gratuito, pede cadastro) conta que em Durban há 52 cemitérios..Cinqüenta e um estão oficialmente com sua capacidade ocupada. Mas todos os dias os coveiros enterram novos cadávers neles. Simplesmente os jogam sobre os resto mortais que já estão nos túmulos.

Manoel Francisco Brito ·
4 de agosto de 2004 · 22 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
24 de junho de 2026

Acordo provisório freia avanço da mineração de Belo Sun no Xingu

O acordo manteve a licença de instalação no centro da disputa e impede qualquer intervenção física no empreendimento por 60 dias

Reportagens
24 de junho de 2026

Quando a justiça tarda, mas não falha: a desocupação do Parque Estadual Guajará-Mirim

Unidade de conservação localizada em Rondônia que sofria com invasões e crimes ambientais passou por uma novela jurídica de anos, porém com direito ao final feliz

Colunas
24 de junho de 2026

O afeto e a empatia na formação de pesquisadores para um mundo mais sustentável e justo

Na Década da Ciência do Oceano, jovens pesquisadores mostram como relações humanas fortalecem respostas às crises socioambientais

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.