Notícias

Quem se habilita?

O presidente da Eletronuclear disse na última quarta-feira que a companhia vai sugerir o uso de 2% da receita das usinas nucleares brasileiras num fundo que financie a construção de depósitos para os rejeitos radiotivos. Atualmente, o lixo de Angra 1 e 2 fica estocado em piscinas no interior das usinas. A idéia é que o dinheiro seja usado para erguer os locais de armazenamento e pagar a compensação ambiental a municípios que aceitem a desagradável tarefa. Os rejeitos precisam ficar escondidinhos por simplesmente entre 500 e mil anos. O anúncio foi feito durante discussões sobre a possível retomada da construção de Angra 3, que teria 1,3 mil megawatts ao custo de 7,2 bilhões de reais. A notícia é do jornal Valor.

Redação ((o))eco ·
14 de junho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
31 de março de 2026

Governo acelera obras na BR-319 antes de resolver entraves ambientais

Com R$ 678 milhões em licitação, intervenções avançam na rodovia entre Manaus e Porto Velho; Edital para pavimentação do trecho do meio está previsto para sair em abril

Reportagens
31 de março de 2026

Entre ficar e sair: os desafios da juventude nas comunidades da Amazônia

Falta de educação, poucas oportunidades e ausência de políticas públicas impulsionam o êxodo rural entre jovens nas comunidades do Rio Arapiuns, no oeste do Pará

Reportagens
31 de março de 2026

Jornalismo ambiental em tempos de crise planetária: entre o sinal de alerta e a esperança

Fórum Internacional realizado na Itália reafirma a importância do acesso à informação qualificada diante de riscos socioambientais globais que se somam às guerras e à desinformação

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.