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Tagarelice no oceano

Quando Jacques Cousteau intitulou seu documentário de 1956 de "O Mundo Silencioso", ele não levou em conta os "gemidos, zunidos e choros" dos peixes. A tagarelice de milhares de espécies encontrou espaço em uma reportagem do jornal The New York Times, que afirma ainda estarem em estágio primário os estudos sobre certas características sutis da "fala" desses seres aquáticos. Segundo pesquisadores, entre as 30 mil espécies existentes, apenas cerca de 1,2 mil produtoras de som foram catalogadas. Como se não bastasse a falta de análises aprofundadas, o aumento do barulho ambiente causado por navios-tanque, sonares e pesquisa sísmica por petróleo ajuda a “esconder” os tipos mais falantes e atrapalha a comunicação entre eles.

Redação ((o))eco ·
8 de abril de 2008 · 18 anos atrás

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