Pesquisa do biólogo marinho alemão Victor Smetacek aponta que a quase erradicação de baleias azuis pela caça nas águas da Antártica não levou ao aumento da população do krill, aquele micro-camarão que que lhes servia alimento. Ao contrário. A pesquisa de Smetacek, que saiu no semanário alemão Die Zeit e foi replicada em inglês pelo The Earth Times, mostra que a baleia azul, principal predador do krill, era ao mesmo tempo intrinsicamente ligada ao ciclo de vida do bichinho. Seus excrementos liberavam ferro na água, fundamental para produzir as algas que os krills comem.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Data center pega de surpresa cidade mineira que sofre com falta d’água
A Atlas Renewable Energy está planejando um data center de 1 gigawatt no município de Paracatu, que supera a capacidade de energia combinada de todas as instalações desse tipo atualmente instaladas no Brasil →
O que os candidatos ao governo do Pará propõem para a rastreabilidade bovina
Programa de Pecuária Sustentável já está em andamento, mas planos de Hana Ghassan e Daniel Santos apontam caminhos diferentes para a pecuária sustentável →
Coalizão alerta para impactos do El Niño sobre próxima safra
Chuvas intensas e estiagens podem afetar produção, renda, empregos, logística e preços dos alimentos, segundo a entidade →
