Nosso conhecimento sobre a relação entre concentrações de CO2 e a temperatura do planeta até agora dependeu do registro armazenado no gelo de lugares como a Groelândia e a Antártica, cobrindo “apenas” 800 mil anos. Novos estudos utilizando sedimentos marinhos permitem agora estender o registro climático até 20 milhões de anos. E mostram que os níveis de CO2 de 400 ppm (partes por milhão) estiveram associados a uma elevação no nível do mar entre 25 e 40 metros e temperaturas de 3 a 6ºC mais quentes que hoje. Para quem não sabe, há alta probabilidade de que nossas emissões de CO2 resultem em uma concentração de 400 ppm, já na próxima década. As informações são da BBC.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Mobilidade é vida: um caminho para as pessoas, não aos carros
No Dia Mundial Sem Carro, 22 de setembro, é preciso lembrar de defender e de fortalecer o transporte público de qualidade →
Depois de 100 anos, ciência identifica nova espécie de felino na Bolívia
Animal batizado de “tilcayo” se assemelha a um gato-do-mato, mas prossegue rodeado de mistérios. É o primeiro felino descoberto desde o gato-do-pampa, em 1923 →
Quem faz a coexistência entre pessoas e fauna silvestre acontecer?
Por que precisamos reconhecer, formar e apoiar gestores e gestoras de coexistência e entender seu papel na conservação de espécies em conflito com moradores →

