
O Banco de Sementes Crioulas de Canguçu, no interior do Rio Grande do Sul, é um dos finalistas para o prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social deste ano. O trabalho de 14 anos vem ajudando a preservar sementes de variedades como milho catete branco, feijão-arroz, favas, abóboras e melancias. Sementes crioulas como essas não sofreram nenhuma modificação genética pela mão do homem e guardam um patrimônio genético ameaçado pela monoculturas e uso de produtos transgênicos. Pelo menos 40 mil pessoas já foram beneficiadas pelo banco na região de Canguçu e municípios vizinhos. O resultado da premiação sai dia 24 de novembro e as oito melhores tecnologia receberão cada uma 50 mil reais.
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