As Cataratas do Iguaçu numa manhã de fins de novembro do ano passado. Manoel Francisco Brito, apesar de advertido por quem entende de Parque Nacional do Iguaçu que o volume de água despejado garganta abaixo pelo rio Iguaçu não estava lá essas coisas, sentiu a mesma sensação que teve quando olhou aquele espetáculo pela primeira vez, em 1977, e pela segunda, em 1988. Ficou embasbacado. As imagens foram capturadas com uma Canon 10D, ISO 200 e lente Canon 35mm-70mm.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Amazônia está secando. O que podemos fazer
A combinação de mudanças climáticas com desmatamento já afeta o ciclo de água da região e, por consequência, as chuvas do resto do Brasil. Precisamos agir agora →
Vote pelo Clima aproxima eleitores de candidaturas com compromisso climático
Nova edição da plataforma reúne propostas em vinte temas da agenda climática, como meio ambiente, saúde, educação, energia renovável, transporte e mobilidade. Veja como usar a ferramenta →
Rastreabilidade da soja e da carne esbarra na falta de integração
Estudo do WRI Brasil analisou 21 iniciativas no país e defende um protocolo nacional para conectar sistemas e critérios →

