![]() |
A Justiça condenou 10 pessoas, entre funcionários do Ibama, empresários e madeireiros a pagar 3 milhões de reais aos cofres públicos por fraudar documentos para facilitar transporte de madeira irregular. O valor corresponde ao que ganharam com a comercialização ilegal da Autorizações de Transporte de Produto Florestal (ATPFs). Além da multa, os fraudadores tiveram seus direitos políticos suspensos por 10 anos e foram impedidos de participar de licitação e ocupar cargo público por esse mesmo período. Os servidores do Ibama, além de perder o emprego, foram multados no valor de 20 vezes a remuneração que recebiam no Ibama. Os demais réus, empresários e pessoas ligadas a eles, terão de pagar, cada um, multa no valor de R$ 20 mil.
A investigação foi deflagrada em 2006 (veja mais detalhes na matéria de Gustavo Faleiros), e a condenação foi proferida nesse mês.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Economista sugere criação de ‘pix climático’ para famílias afetadas por enchentes e deslizamentos
Proposta surgiu durante encontro promovido pela ong RioAgora.org, que reuniu especialistas para debater propostas para os candidatos ao governo do RJ →
O que está em jogo com a crise da moratória da soja
STF convoca audiência de conciliação em abril, em meio ao enfraquecimento do acordo que ajudou a conter o desmatamento na Amazônia nas últimas duas décadas →
Plano de bioeconomia aposta em metas ambiciosas até 2035
MMA publica resolução da Comissão Nacional de Bioeconomia que define objetivos para crédito, restauração e uso sustentável da biodiversidade →


