Notícias

Rainha da ilegalidade

O Museu Nacional Rainha Sofia, em Madrid, fez reforma nas suas instalações usando seis mil metros cúbicos de madeira da Amazônia brasileira que tem procedência duvidosa. Foram compradas na região de Altamira, no Pará, de madeireiras que já foram autuadas por desmatamento ilegal. A empresa espanhola responsável pelas obras, a ACS, pertence a Florentino Perez, homem habituado a importar coisas do Brasil, como jogadores de futebol. Ele é o presidente do Real Madrid. A denúncia foi feita pelo Greenpeace, que nesta quinta-feira fez um protesto abrindo um imenso cartaz contra a utilização da madeira na fachada do museu.

Redação ((o))eco ·
20 de outubro de 2005 · 21 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
6 de novembro de 2026

Lula convida Janones para fazer lives sobre meio ambiente durante a COP 31

Presidente chamou o deputado federal para acompanhá-lo na viagem à Conferência do Clima; “Nós poderíamos fazer umas ‘livezinhas’ lá", disse →

Salada Verde
5 de novembro de 2026

Queimadas na Amazônia: Fiocruz recomenda medidas para reduzir riscos à saúde

Nota técnica reúne orientações para reduzir os riscos da exposição à fumaça em residências, escolas, locais de trabalho e unidades de saúde →

Edilene, 59 anos, já encontrou agulha de injeção catando o sururu que o filho traz da maré. Foto: Yamini Benites
Reportagens
5 de novembro de 2026

Da fartura do sururu à maré de plástico: a transformação pesa nos manguezais da Ilha de Deus

O acúmulo de lixo atinge a saúde dos mangues, ameaça o sustento de comunidades tradicionais, enquanto o novo plano de resíduos da capital pernambucana não fixa metas concretas para a reduzir geração de resíduos na origem →

Mais de ((o))eco

Deixe um comentário

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.