De Getulio Freitas
Um mundo com menos extinção com causas preponderantemente antrópicas está se tornando uma utopia. Tomemos como exemplo, e o melhor exemplo pela biodiversidade imensa, o Brasil. Chegando aos 200 milhões de habitantes humanos, boa parte desses sem o mínimo de educação e condições, vivendo nas bordas ou dentro dos ecossistemas mais ameaçados (manguezal e mata atlântica, por exemplo), jogando seu lixo e seu esgoto nesses ambientes. Paupérrimo planejamento populacional e de urbanização.
Do lado dos educados e endinheirados, estão milhares de contumazes exploradores (pescadores, caçadores, desmatadores, agropecuaristas, produtores de grãos), produzindo comida inclusive pra essa leva imensa de desvalidos (porém todos sempre muito férteis e reprodutivos). Se manter ativo na defesa das espécies e do meio ambiente, nesse cenário, é mesmo um exercício de fé. Parabéns então ao apóstolo que escreveu o artigo.
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