Reflexos por toda a nossa vida

Capturar um reflexo é ampliar as possibilidades de luz de uma foto. A água é o elemento mais abundante do planeta e traz muitas oportunidades para se criar novas imagens.

Por Palê Zuppani
24 de junho de 2009

Marfrig e Maggi acertam moratória

A empresa de alimento Marfrig, uma das maiores exportadoras de carne bovina brasileira e com grande atuação no Mato Grosso, acertou com o governador Blairo Maggi nesta segunda uma moratória na compra de carne do estado. Representantes da companhia estiveram com Maggi nesta manhã e informaram que a partir de hoje não comprarão mais gado criado em áreas recém desmatadas do bioma amazônico. Os produtores que sofrerem o boicote só poderão voltar a fornecer para a empresa depois que aderirem ao programa MT Legal, que visa regularizar o passivo ambiental de 140 mil produtores do Mato Grosso.  

Por Redação ((o))eco
22 de junho de 2009

Parabéns, Itatiaia

Visitei o Parque Nacional do Itatiaia na última terça-feira. Apesar de conviver com a incerteza da recategorização, o lugar é muito bem cuidado. E, claro, absolutamente verde.

Por Felipe Lobo
18 de junho de 2009

Uma universidade diferente

Na última semana, frequentei por dois dias a Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), em Lages. Cheguei no domingo à tarde, com termômetros registrando sete graus centígrados. No dia seguinte, o frio invernal perdia força com o sol brilhando a mais de mil metros de altitude no pequeno e simpático campus, onde alguns estudantes protagonizam cenas insólitas em seu tempo livre, jogando rugby ou experimentando laçadas em um cavalinho de madeira. Minha atenção foi novamente despertada dentro do prédio do Centro de Ciências Agroveterinárias. Lá se pode conferir uma foto de tempos mais vigorosos do senador Jorge Bornhausen (veja aqui) entre certos homenageados, a poucos metros do Centro Acadêmico Chico Mendes.

Por Aldem Bourscheit
16 de junho de 2009

Canastra: parque ameaçado

Um dos mais importantes parques do Cerrado pode perder 48 mil hectares se projeto de lei for aprovado no Senado. Veja em mapa interativo o novo desenho proposto e as áreas que serão excluídas.

Por Redação ((o))eco
15 de junho de 2009

Três picos italianos

Parque italiano se aproxima do verão ainda coberto de neve, o que não é comum para esta época. Entre dezenas de trilhas, a mais procurada leva à base de três imponentes picos.

Por Andreia Fanzeres
10 de junho de 2009

Um outro caminho para a Índia

Expedições de fotógrafo indiano em reservas e parques nacionais no sudoeste de sua terra natal revelam uma região fascinante, com paisagens únicas e rica biodiversidade.

Por Aditya Swami
2 de junho de 2009

A floresta anciã

A Floresta de Foxley pode ser a mais antiga do leste da Inglaterra, com 6 mil anos. Mas as grandes florestas no Reino Unido parecem mesmo ter ficado mesmo no tempo de Robin Hood.

Por Gustavo Faleiros
2 de junho de 2009

As caras do Avistar 2009

Se há quatro anos o Avistar era restrito a ornitólogos e fotógrafos de aves, hoje, definitivamente, não se pode mais dizer o mesmo do encontro. Segundo Guto Carvalho, organizador do evento, este ano o mix de participantes foi grande e enquadrou várias categorias de observadores. Pesquisadores da ornitologia, biólogos que não são ornitólogos, observadores que não são biólogos e aqueles que estão iniciando na observação. “O público acadêmico foi de 25%. A grande parcela, cerca de 40%, foi de observadores não-acadêmicos, ligados ao turismo ou à observação”, disse. Com tal perfil de participantes, o Avistar é bem diferente de um encontro técnico, onde as discussões são focadas em pesquisas e trabalhos acadêmicos. Segundo Mário Conh-Haft, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o evento é uma oportunidade para o pesquisador entrar em contato com aqueles que, de forma direta ou não, contribuem para os trabalhos de academia. “O corpo técnico [de ornitólogos no Brasil] é pequeno e também tem gente que não está cobrindo grandes extensões territoriais. Certamente o número de birdwatchers é maior do que o de pesquisadores, por isso a participação de leigos é importante, porque eles podem gerar registros, facilitados pelo uso da tecnologia. O observador pode gravar, fotografar a ave, e estes dados são avaliáveis como registros. Assim, a observação cria uma exército de leigos contribuindo para a pesquisa e levantamento da distribuição de aves no país”, disse. Do outro lado, observadores não-pesquisadores se beneficiam com informações que dificilmente teriam de outra forma. “As palestras são acessíveis e a iniciativa indispensável para os interessados”, diz Thaís Borges, professora de música e observadora há quatro anos. Segundo ela, as palestras poderiam até ser mais aprofundadas, com mais tempo para discussão. “Acho que houve um excesso de assunto em palestras curtas. Gostaria que tivéssemos mais tempo, que os palestrantes  tivessem uma atitude menos preocupada com o tempo.” Além da troca de experiências e informações, o Avistar, segundo o pesquisador do Inpa, é uma chance que ornitólogos têm de travar um contato diferenciado com seu objeto de estudo. “Não precisa ser cientista pra apreciar aves e nem todo cientista se interessa por elas, ou se permite, explorar este lado. Para mim, a oportunidade de me envolver em atividades não somente cientificas em relacão a aves foi otimista.  É bom lembrar porque a gente estuda o que estuda”, arrematou.

Por Cristiane Prizibisczki
26 de maio de 2009