Num domingo de céu encoberto, depois de dois dias de chuvas torrencias sobre o Rio de Janeiro, a água parou de cair e Manoel Francisco Brito foi para uma praia de Ipanema vazia de seres humanos tentar fotografar gaivotas. Não achou nenhuma, mas entre os detritos que as ondas insistiam em devolver para terra, encontrou essa folha sendo engolida pela areia à beira-mar. Resolveu fotografá-la com uma Canon 10D em ISO 200, equipada com lente Canon 70mm-210mm.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Justiça determina demolição de construções irregulares feitas por condomínio em Rebio
Sentença estabelece ainda recuperação da área degradada por estruturas construídas ilegalmente por condomínio dentro da Reserva Biológica de Guaratiba, no Rio de Janeiro →
Em meio à crise climática, Porto Alegre recebe sua primeira Semana de Ação Climática
Entre 20 e 26 de julho, a capital gaúcha vai discutir resiliência climática, enquanto vivencia os impactos das enchentes de 2024 e se prepara para enfrentar um ‘super El Niño’ →
Profetas do tempo: água, sementes e futuro no sertão da abundância
Saberes ancestrais e inovações sociais constroem um futuro sustentável no interior do Piauí. Segundo episódio: A revolução agroecológica →
