
De acordo com o professor Keith Brown, do Instituto de Biologia da Universidade de Campinas (Unicamp) está borboleta é uma Anartia amathea roeselia – família Nymphalidae (Eschshscholtz, 1821). Ocorre comumente ao lado e no interior de brejos de jardins. A larva come Acantheceae (Ruellia, Justicia, Blechum). É normal vê-la em jardins, mesmo urbanos. Foi fotografada em Nova Friiburgo por Marcos Sá Corrêa com câmera digital Canon 20D em ISO 100, lente Canon Macro de 100 mm,disparador de cabo, dois flashes e tripé. Segundo Brown, a mesma espécie ocorre na Amazônia (com menos branco, a. amathea) e América Central (com menos vermelho, a. fatima).
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
A conservação mantém de pé a economia que o mar produz
Como uma natureza conservada sustenta milhares de empregos, renda e atividades produtivas no litoral brasileiro →
Besouros: por que criar um Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para seu estudo
Instituto Nacional de Coleoptera (INCol) deverá revelar novas espécies e gerar soluções para a conservação e uso de espécies de interesse econômico →
Estudo aponta que metas climáticas do Brasil dependem de direitos territoriais indígenas
Relatório do IPAM e do Ministério dos Povos Indígenas destaca protagonismo na proteção florestal, mas aponta barreiras no acesso direto ao financiamento climático →

