![]() |
|
Os peixes-palhaço-ocelaris (Amphiprion ocellaris) são capazes de viver dentro dos tentáculos da anêmona-do-mar e usá-la como abrigo, pois desenvolveram uma fina camada de muco sobre seus corpos que os protege das toxinas liberadas pelas células urticantes do cnidário. A relação associativa entre estes peixes e a anêmonas-do-mar, chamada de mutualismo, também é benéfica para as últimas: a presença do peixe-palhaço serve como uma isca para atrair presas potenciais das anêmonas, além de oferecer uma defesa contra outros peixes que poderiam comer os seus tentáculos. |
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Entre o fim de um mundo e a urgência de outro: a batalha pela nossa imaginação
Somos tão bombardeados por distrações que é mais fácil vislumbrar o fim do Planeta do que do uso dos combustíveis fósseis →
Assassinatos dobram e Amazônia concentra violência no campo, aponta relatório da CPT
Violências por terra representam a maioria dos registros de ocorrências no último ano; País teve 1.593 conflitos por terra, água e trabalho no ano passado →
Merenda escolar amazônica garante renda em município mais desmatado do Brasil
Experiência em Altamira (PA) mostra como a alimentação escolar pode integrar segurança alimentar, adaptação climática e desenvolvimento regional na Amazônia →

