Notícias

Ele errou

Al Gore que nos desculpe, mas ao contrário do que ele diz em Uma Verdade Inconveniente, o gelo do Monte Kilimanjaro, na África, não está derretendo por causa do aquecimento global. Ao menos é o que afirma um grupo de cientistas que publica estudo na edição de julho da revista American Scientist. Segundo o climatologista Philip Mote, da Universidade de Washington, a maior parte da retração do gelo na montanha aconteceu antes de 1953, antes, portanto, de qualquer sinal significativo de que a atmosfera estava se aquecendo. O pesquisador não nega que nos países temperados as geleiras estejam de fato virando água devido à mudança climática provocada pelo homem. Mas diz que, no monte africano de 5.6 mil metros de altitude, as temperaturas nunca vão acima do ponto de fusão. “É certamente possível que a cobertura de gelo tenha ido e vindo diversas vezes no decorrer de centenas de milhares de anos”, disse Mote ao site Planet Ark.

Redação ((o))eco ·
14 de junho de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
3 de julho de 2026

Tuberculose mata três macacos no Cetas-RJ; centro está em quarentena

Confirmação da doença que levou a óbito macacos-pregos no Cetas de Seropédica leva Ibama a estender suspensão no recebimento de novos animais

Salada Verde
3 de julho de 2026

PL que retarda ação de órgãos ambientais por dois anos tem urgência aprovada

Proposta de deputado do PL prevê que órgãos ambientais aguardem dois anos para aplicar medidas como embargos e apreensões em propriedades de até 560 hectares

Salada Verde
3 de julho de 2026

Enchentes do Rio Grande do Sul fundamentam novo conceito para identificar áreas de risco

Chamada de Zona de Arraste, nova classificação nomearia fenômeno onde a força da natureza transforma uma inundação em um fenômeno de alta capacidade destrutiva

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.