Notícias

Na ponta do lápis

A pedido do Greenpeace, a universidade britânica de Aberdeen colocou no papel o peso da responsabilidade que a agricultura e o gado têm sobre o aquecimento global. Segundo o estudo feito por Pete Smith, que ajudou a elaborar o último relatório do IPCC, somente as atividades agrícolas representam de 17% a 32% das emissões globais de CO2. Só o uso exagerado de substâncias químicas nas plantações geram milhões de toneladas de gases estufa anualmente. A expansão dos animais ruminantes também preocupa, já que durante a digestão, eles lançam grande quantidade de gás metano, um dos que causa mais impacto no efeito estufa. Além disso, a pesquisa mostra que para cada um quilo de carne bovina produzida, 13 quilos de CO2 são liberados. A notícia é do El Mundo.

Redação ((o))eco ·
9 de janeiro de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
28 de abril de 2026

Ato em Santa Marta cobra fim da exploração de combustíveis fósseis

Marcha reúne moradores, povos indígenas e movimentos sociais durante conferência internacional sobre transição energética; Veja fotos

Notícias
28 de abril de 2026

Povos indígenas levam proposta para banir expansão fóssil em territórios à conferência na Colômbia

Em Santa Marta, indígenas defendem territórios livres de petróleo e pressionam por uma transição energética baseada em justiça climática, direitos e autodeterminação

Notícias
28 de abril de 2026

Justiça Federal barra licitações da BR-319 e questiona uso da nova lei para liberar obras

Medida cautelar paralisa contratação de R$678 milhões, aponta possível ilegalidade na dispensa de licença e reabre controvérsia histórica

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.