Notícias

Sem água em dois anos

Nesta semana o jornal britânico The Guardian publicou um alerta que vale para diversos rios brasileiros. A quinta maior cidade da Austrália, Adelaide, pode ficar sem água já em 2011 porque seis anos consecutivos de fortes secas transformaram o maior complexo hidrográfico da região, o de Murray-Darling, num acumulado de águas baixas e estagnadas. Estima-se que esta bacia tenha hoje apenas 18% de sua capacidade. A mudança na velocidade das águas também levou a alterações na proliferação de algas e outros microorganismos, o que deixa a água imprópria para consumo em áreas onde isto não acontecia. Autoridades locais pedem que não haja pânico apesar de toda esta situação. A questão é saber como lidar com ela a uma altura dessas.

Redação ((o))eco ·
18 de abril de 2009 · 17 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
9 de setembro de 2026

IDS lança Bússola 2026 para pautar debate socioambiental nas eleições

Documento reúne diretrizes e propostas para a agenda socioambiental brasileira no período de 2027 a 2030 e apresenta questionamentos a candidatos aos cargos do Executivo e Legislativo

Análises
8 de setembro de 2026

Ultrapassar 1,5°C não pode ser normalizado

Mesmo que a temperatura global possa ser reduzida no futuro, os danos produzidos durante o período de maior aquecimento não serão automaticamente revertidos

Notícias
8 de setembro de 2026

Registros inéditos revelam área-chave para reprodução de tubarões no litoral do RJ

Pesquisa identifica fêmeas grávidas e mapeia potencial berçário de três espécies de tubarão, duas dela ameaçadas, no complexo estuarino de Ilha Grande-Sepetiba

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.