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O Katrina e a Amazônia

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) Niro Higuchi disse nesta quinta (8) que o fucarão Katrina foi resultado de uma série de fenômenos climáticos registrados na Amazônia. A tempestade causou milhares de mortes no sul dos Estados Unidos, em 2005. “O extremos deste ano não são piores que os extremos de 2005. O fenômeno dos temporais está relacionado com o furacão Katrina. Tivemos um excesso de evaporação aqui na Amazônia, depois o excesso de chuva e maior evaporação no oceano. Para onde foram todos esses vapores? Para Nova Orleans”, afirmou o pesquisador, conforme nota do Inpa. Para mostrar que o clima é um grande mecanismo interligado, Higuchi lembrou da seca de 2005 e dos fortes temporais que atingiram Acre, Rondônia, Amazonas e Amapá no ano seguinte, além da grande cheia deste ano vivida pelos amazonenses. Para ele, reflexos das alterações no clima global. A solução aontada pelo pesquisador é reduzir o desmatamento na Amazônia, para que a região não colabore e nem seja vítima das mudanças climáticas. Mais informações aqui.

Redação ((o))eco ·
8 de outubro de 2009 · 17 anos atrás

O pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) Niro Higuchi disse nesta quinta (8) que o fucarão Katrina foi resultado de uma série de fenômenos climáticos registrados na Amazônia. A tempestade causou milhares de mortes no sul dos Estados Unidos, em 2005. “O extremos deste ano não são piores que os extremos de 2005. O fenômeno dos temporais está relacionado com o furacão Katrina.

Tivemos um excesso de evaporação aqui na Amazônia, depois o excesso de chuva e maior evaporação no oceano. Para onde foram todos esses vapores? Para Nova Orleans”, afirmou o pesquisador, conforme nota do Inpa. Para mostrar que o clima é um grande mecanismo interligado, Higuchi lembrou da seca de 2005 e dos fortes temporais que atingiram Acre, Rondônia, Amazonas e Amapá no ano seguinte, além da grande cheia deste ano vivida pelos amazonenses. Para ele, reflexos das alterações no clima global. A solução apontada pelo pesquisador é reduzir o desmatamento na Amazônia, para que a região não colabore e nem seja vítima das mudanças climáticas.

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