Notícias

Cidade do dia: Tóquio à noite

Capital japonesa é iluminada majoritariamente por lâmpadas de vapor de mercúrio, altamente tóxicas se não descartadas corretamente

Redação ((o))eco ·
13 de novembro de 2009 · 16 anos atrás

 

Tóquio fotografada por astronautas da NASA na noite do dia 5 de fevereiro de 2008. Segundo observações dos astronautas, de todas as grandes cidades do globo, Tóquio é a que apresenta maior tonalidade esverdeada nas luzes, provenientes de lâmpadas de mercúrio. Ao longo da costa da Baía de Tóquio, a predominância é de  luzes alaranjadas, provenientes de lâmpadas de vapor de sódio. As lâmpadas de vapor de mercúrio são altamente tóxicas quando não manuseadas corretamente. Quando quebradas, as lâmpadas liberam o vapor do metal, que pode causar danos sérios ao sistema nervoso central dos humanos.

 

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
30 de abril de 2026

Maior evento de observação de aves do mundo contará com etapa no norte do Paraná

Global Big Day promove a observação de aves como ferramenta para conservação; movimento no Brasil ganha força com o turismo de natureza na região norte do Paraná

Reportagens
30 de abril de 2026

Santa Marta encerra conferência com avanço político e pressão por tratado dos fósseis

Sem acordos vinculantes, conferência articula coalizão internacional e pressiona por saída dos combustíveis fósseis

Colunas
30 de abril de 2026

A distância também adoece: o acesso à saúde em comunidades remotas da Amazônia

Garantir um acesso contínuo e digno à saúde na Amazônia exige atuação conjunta. Nenhuma instituição, isoladamente, dará conta dessa complexidade

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.