Às vezes, é preciso distanciar o olhar para enxergar melhor.
Depois de quatro anos sem visitar Belém, a capital paraense onde vivi por 20 anos, passei alguns dias por lá, no início de setembro, e pude perceber qual o espaço ocupado pela bicicleta nas ruas.
Lembro da grande quantidade de ciclistas circulando em todos os cantos da cidade, mas só agora – afastada e com um outro entendimento sobre a mobilidade urbana – consegui refletir sobre o assunto e, claro, comparar a situação com o que vivemos em São Paulo.
A cada esquina, em ruas movimentadas, grandes avenidas ou pequenas travessas, a bicicleta está presente. Moças, rapazes, idosos, pais buscando filhos na escola. Sem distinção de sexo ou idade, a bicicleta parece ser o modal mais acessível na Cidade das Mangueiras.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Os corredores ecológicos que dão esperança à onça-pintada no Cerrado
Projeto de monitoramento de fauna reúne dados inéditos sobre o maior felino das Américas no estado de Goiás e quer impulsionar conexão de habitats →
Desmatamento na Amazônia atinge menor nível da série histórica em 2025
Segundo o Mapbiomas, em 40 anos, bioma perdeu 54,7 milhões de hectares de vegetação nativa, enquanto a área de pastagem cresceu 556% →
Ascema alerta para impactos de propostas de Flávio Bolsonaro sobre órgãos ambientais
Em carta aberta aos servidores da área ambiental, entidade relembra histórico de desmonte promovido por Jair Bolsonaro e chama atenção para propostas do filho, candidato à presidência →
