A construção de Palmas, capital do estado do Tocantins, começou no dia 20 de maio de 1989 com o lançamento da pedra fundamental da cidade. No mesmo dia a primeira avenida já era aberta por um trator. Entre os anos de 2000 e 2010 apresentou a maior taxa média de crescimento anual de população, e segundo o IBGE já tinha 242.070 habitantes em 2012.
O que faz de Palmas objeto desta coluna é que, ao contrário de outras capitais brasileiras, o seu crescimento desde a fundação pode ser acompanhado através dos satélites do programa Landsat. Na animação abaixo é possível ver, em uma imagem de 1987, a região antes da construção da cidade. Alguns anos depois, em 1990, as primeiras ruas e avenidas já podem ser vistas cortando o cerrado brasileiro. Em 2004 o lago formado pela barragem da Usina Hidrelétrica de Lajeado, localizada a pouco mais de 54 km ao norte da cidade, faz com que o Rio Tocantins se aproxime de Palmas.
Veja abaixo a animação.
Leia também
O crescimento urbano visto do espaço
A presença do homem vista do espaço
As capitais brasileiras vistas do espaço
De Oiapoque até Chuí, as cidades vistas do espaço
Três décadas vistas do espaço
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo D
EUA, Paraguai, Austrália e Turquia disputam vaga na próxima fase. Na Copa das Áreas Protegidas, cada país entra em campo com suas estratégias de conservação →
Produtores rurais impedem audiência pública sobre criação de UC no Pantanal
Com discurso carregado de desinformação sobre “impactos” do Refúgio de Vida Silvestre Delta do Salobra, grupo liderado por sindicato rural ocupa auditório e nega diálogo com ICMBio →
Entenda por que a extinção das línguas é uma questão ambiental
Mais de 2 mil línguas indígenas correm risco de desaparecer neste século – e, com elas, poderemos perder conhecimentos ecológicos tradicionais de suma importância →
