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“Problemas persistentes”

Difícil é não ver o quadro todo como algo bem sombrio. As conclusões do relatório de fato mostram que houve melhoras significativas na prevenção à contaminação de solo, ou ainda uma redução importante (95%) nos gases que danificam a camada de ozônio. No entanto, algumas questões já identificadas como graves pelo relatório de Brundtland em 1987 só pioraram, tais como o aquecimento global, a preservação de mananciais de água, o desmatamento e a extinção das espécies. Para o presidente do PNUMA estes são “problemas persistentes” cujas tendências nos últimos 20 anos são bastante “desfavoráveis”.

Redação ((o))eco ·
25 de outubro de 2007 · 19 anos atrás

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