Luiz Henrique Noquelli, superintendente de recursos hídricos de Mato Grosso falou nesta manhã num programa de televisão que a intenção do estado é evitar ao máximo a necessidade de cobrança pelo uso da água, especialmente na agricultura. Os empreendimentos que captam água de rios para irrigação de monoculturas devem sempre solicitar outorga pelo aproveitamento hídrico, para que a demanda por água não seque os mananciais em Mato Grosso. Mas pagar pelo uso do bem escasso são outros quinhentos.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Câmara proíbe embargo remoto de área desmatada sem vistoria prévia
Projeto restringe medidas cautelares usadas por Ibama e ICMBio e proíbe a queima de maquinários flagrados pela fiscalização ambiental →
Da nascente ao deságue no Tietê, uma jornada pelo córrego Tiquatira
O plantio de árvores nas margens do rio é apenas uma etapa no longo e complexo processo para tentar recuperar um curso d’água em plena metrópole paulistana →
How São Paulo’s sugarcane burning ban drove economic and social development
A groundbreaking study shows that well-designed environmental regulations can accelerate innovation and push supply chains toward more efficient models →

