Alheio ao trânsito caótico da maioria das capitais brasileiras, alheio à poluição automotiva que acelera o aquecimento global e sem nenhuma criatividade para criar outros tipos de emprego fora da indústria automobilística, o governo federal prorrogou o corte no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e reduziu outros impostos para manter “aquecida” a venda de carros, motos e caminhões.
Outra jogada de mestre foi diminuir impostos para venda de chuveiros elétricos, maior consumidor de energia residencial. Pura contrariedade. Nem parece o mesmo governo que, há poucos dias, pregou a economia energética projetando a instalação de aquecimento solar de água em casas de baixa renda.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
“A água conecta todos os seres vivos do planeta”, reforça Paul Watson
Em palestra de encerramento da UCBIO, ativista ambiental destacou como o oceano e todos os seus seres estão no centro da vida no planeta →
Florestas sem destino definido sustentam rios voadores na Amazônia, aponta estudo
Estudo aponta que florestas públicas sem destinação são fundamentais para à segurança hídrica na Amazônia e nos Andes →
Mutirão 2: o inimigo não é outro
Por um errante minuto, a qualidade da imaginação do cinema carioca me faz desejar que o setor climático aprenda a mobilizar a opinião pública com o marketing do setor de segurança →
