Conforme informação do Ministério Público Federal (MPF) no Pará, o Pão de Açúcar suspendeu seus contratos com frigoríficos apontados como responsáveis por desmatamento ilegal na Amazônia. O grupo é a maior rede varejista do país, e também pediu aos frigoríficos que apresentem um plano para auditoria socioambiental que comprove a origem dos produtos que vendem. A medida foi tomada também pelo Wal-Mart e Carrefour e é uma das mais fortes reações à notificação encaminhada pelo MPF a 69 grandes empresas revendedoras de derivados da pecuária e a fabricantes que utilizam matéria-primas com essa origem, alertando-as a evitarem comercializar produtos cuja origem é a criação ilegal de gado em áreas desmatadas. Veja aqui a lista de empresas apontadas pelo MPF.
Saiba mais:
Governo é aliado da destruição da Amazônia
Senadora irritada
Empresas respondem ao Greenpeace
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
“A água conecta todos os seres vivos do planeta”, reforça Paul Watson
Em palestra de encerramento da UCBIO, ativista ambiental destacou como o oceano e todos os seus seres estão no centro da vida no planeta →
Florestas sem destino definido sustentam rios voadores na Amazônia, aponta estudo
Estudo aponta que florestas públicas sem destinação são fundamentais para à segurança hídrica na Amazônia e nos Andes →
Mutirão 2: o inimigo não é outro
Por um errante minuto, a qualidade da imaginação do cinema carioca me faz desejar que o setor climático aprenda a mobilizar a opinião pública com o marketing do setor de segurança →
