Com 64 anos de idade e depois de 25 dedicados ao sacerdócio, Valdecir João Vieira já pedalou mais de nove mil quilômetros como parte de seu projeto Pedalando pela paz, fora os mais de 800 quilômetros empurrando a bicicleta tanajura em subidas íngremes. Ele começou sua jornada de volta ao mundo na cidade catarinense de Joinville, no início do ano passado. Ele pretendo cobrir cinco continentes, 63 países e mais de sessenta mil quilômetros em quatro anos de pedaladas. E tudo indica que conseguirá. O aventureiro de figura incomum está agora no México, de acordo com sua muito bem montada página na internet, onde há roteiro detalhado, diários para cada um dos dez países já percorridos, dicas, centenas de fotos e venda de livros que escreveu durante suas viagens, como Pedalando Solitário – do Oiapoque ao Chuí, Pedal nas nuvens – Uma aventura na Bolívia e Pedalando e desvendando a carretera austral. Acompanhe as pedaladas de Valdo clicando aqui.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Enchentes podem espalhar poluentes da mineração de carvão no Rio Grande do Sul
Metais tóxicos e outros contaminantes associados à extração de carvão podem ser transportados por chuvas intensas e enchentes, alcançando áreas distantes das minas →
Publicação orienta gestores municipais sobre prevenção e resposta a desastres climáticos
Guia Prático de Enfrentamento ao Super El Niño e Eventos Climáticos Extremos reúne orientações para que prefeituras incorporem a adaptação climática ao planejamento da gestão pública →
À espera de um filhote de harpia
Saga de sete dias para capturar o filhote na Mata Atlântica baiana permite instalação de transmissor que ajudará a coletar dados inéditos sobre a espécie →


