![]() |
Foi formalizado na manhã desta quinta-feira (03) o acordo que libera R$ 23 milhões do Fundo Amazônia para financiamento do projeto de monitoramento da floresta Amazônica nos países vizinhos. O protocolo foi firmado entre a Organização do Tratado ã Cooperação Amazônica (OTCA) – formada por Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela – e o BNDES, gestor do fundo.
Em maio, ((o))eco publicou matéria de Giovanny Vera Stephanes sobre o acordo agora assinado.
Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente, os demais países da América do Sul terão os mesmos mecanismos de controle do desmatamento que já estão em uso no Brasil. Entre eles, monitoramento por satélite, salas de observação e pesquisa e receberão treinamento e suporte de tecnologia para acompanhamento das imagens da cobertura florestal.
O acordo também teve a participação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Leia Também
O Brasil tem o que ensinar: por um Deter global
Inpe e Imazon: vigilantes do desmatamento na Amazônia
PPBio lança livro sobre sistema de monitoramento na Amazônia
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O papel das pessoas na recuperação de um rio
A transformação do Córrego Tiquatira de esgoto a céu aberto a parque, repleto de gente e atividades revela um componente essencial: o pertenciment →
STF valida redução de área protegida no Pará para abrir caminho à Ferrogrão
Supremo considera constitucional mudança nos limites do Parque Nacional do Jamanxim, em decisão que favorece projeto ferroviário alvo de críticas socioambientais →
Arborização urbana esbarra na falta de continuidade das prefeituras
Metas e dispositivos legais existem, mas a falta de coordenação, orçamento próprio e problemas de gestão figuram como grandes empecilhos →


