Salada Verde

Centro quer reunir conhecimentos sobre Mata Atlântica

Objetivo é condensar conhecimentos e pesquisas sobre o bioma para criação de banco de dados, produzir um mapa do uso do solo e oferecer capacitação.

Redação ((o))eco ·
9 de janeiro de 2015 · 11 anos atrás
Salada Verde
Sua porção fresquinha de informações sobre o meio ambiente

Centro reunirá pesquisas sobre a Mata Atlântica em uma única plataforma. Acima, o Parque Nacional do Iguaçu, um dos tesouros da Mata Atlântica que ainda resiste. Foto: Deni Williams/Flickr.
Centro reunirá pesquisas sobre a Mata Atlântica em uma única plataforma. Acima, o Parque Nacional do Iguaçu, um dos tesouros da Mata Atlântica que ainda resiste. Foto: Deni Williams/Flickr.

Quatro ações, um bioma. Pesquisadores do Centro Integrado para a Conservação da Mata Atlântica – In Bio Veritas anunciaram a realização de 4 frentes de trabalhos para tornar acessível, em apenas um local, dados da Mata Atlântica para gestores, pesquisadores e público em geral.

Num primeiro momento, as ações do Centro estão focadas no litoral paranaense, onde está localizada o maior remanescente contínuo de Mata Atlântica do Brasil. As pesquisas realizadas nessa parte do estado e nas 19 unidades de conservação do local estão sendo compiladas para serem acrescentadas ao banco de dados.

Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Quer receber nossa newsletter?

Fique por dentro do que está acontecendo!



Em seguida, haverá a definição de protocolo de monitoramento da biodiversidade da Mata Atlântica. Esse protocolo será a base de um manual que ensinará os procedimentos para monitorar a fauna e flora, estruturando o que se deve medir, de que forma, o que avaliar e como informar os resultados.

Já a quarta e última ação será definir conteúdos programáticos para a realização de cursos de capacitação com base nas informações obtidas nas etapas anteriores. “Com 10 pesquisadores, temos grande expertise dentro do Centro para oferecer esse material com qualidade”, explica o pesquisador Ricardo Britez, responsável pelo projeto.

O In Bio Veritas foi criado em 2007 e funciona com representantes de 4 instituições: a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), do Museu de História Natural Karlsruhe (Alemanha) e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, que também financia o projeto.

 

 

Leia Também
Urbanização ameaça áreas de Mata Atlântica do Rio de Janeiro
O que é o bioma Mata Atlântica
Desmatamento na Mata Atlântica cresce 9%

 

 

 

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
25 de junho de 2026

Pesquisador brasileiro ganha prêmio da Sociedade Americana de Primatologia

Primatólogo Felipe Ennes Silva, pesquisador associado do Instituto Mamirauá, foi reconhecido por contribuições à ciência, com destaque para trabalho com uacaris na Amazônia

Colunas
25 de junho de 2026

Jornalismo, eleições e crise climática: uma pauta negligenciada

Infraestrutura, saúde, habitação e desenvolvimento econômico passam, cada vez mais, pela crise climática. Por que, então, o tema ainda aparece de forma tão tímida no debate eleitoral?

Colunas
25 de junho de 2026

A cadeia da carne ainda está aprendendo a proteger o Cerrado

Nova pesquisa do Radar Verde mostra que os mecanismos de rastreabilidade construídos para a Amazônia ainda não dão conta do resto do país

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.