
Uma ronda realizada no domingo (14) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), na Rodovia Washington Luiz (BR-040), no município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro resultou na apreensão de 177 aves, entre eles 70 tico-ticos, 60 papagaios, 26 azulões, 16 trinca-ferros, três araras e dois cardeais.
Na rodovia, os policiais avistaram um carro estacionado e um homem parado próximo ao veículo. Desconfiados, os guardas se aproximaram e viram que o suspeito havia jogado uma ave no matagal. Ao abrirem o carro, os policiais encontraram diversas aves da fauna silvestres dentro de caixas e gaiolas.
O homem de 31 anos, que não teve o nome divulgado, foi preso e responderá por crime ambiental. Ele confessou que os pássaros seriam vendidos em feiras na Baixada Fluminense. O acusado é reincidente, isto é, ele já havia sido preso pela PRF em Tocantins cometendo o mesmo crime, no início do ano.
As aves foram levadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em Seropédica.




Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
Ipaam regulamenta cadastro ambiental obrigatório e integra sistema ao Ibama no Amazonas
Norma unifica registros, define cobrança da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental do Amazonas (TCFA/AM) e amplia controle sobre atividades potencialmente poluidoras →
WWF-Brasil e Copaíba assumem Pacto da Mata Atlântica para destravar restauração
Nova coordenação aposta em articulação entre políticas públicas, financiamento e território para ampliar a escala e a efetividade da restauração no bioma →
Novos editais da BR-319 são contestados na Justiça por possíveis ilegalidades ambientais
Observatório do Clima prepara ação contra o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e aponta ausência de licenciamento e riscos climáticos na pavimentação do “trecho do meio” →

Peguem este desgraçado traficante e coloquem em um centro de recuperação destes animais. Coloquem para trabalhar com tornozeleira.
Para cada filhote que morrer , durante os cuidados, aumente 2 anos o cumprimento da pena.
Chega de impunidade.