O economista Sergio Besserman Vianna comandará o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, última autarquia ligada ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima a ter o nome da presidência escolhida. A nomeação ocorreu nesta quinta-feira (03), no Diário Oficial da União.
É a segunda vez que Besserman ocupa o posto – ele presidiu o JBRJ entre 2016 a 2020. O economista possui ampla carreira no setor público, principalmente nos bancos estatais. Em 1987, ele ingressou no BNDES e chegou a assumir a Diretoria de Planejamento do banco entre 1996 e 1999. Presidiu o IBGE de 1999 a 2003 e o Instituto Pereira Passos de 2005 a 2008 e de 2015 a 2016. Comandou o Grupo de Trabalho da cidade para a Rio + 20 e, em 2014, fez o assessoramento do prefeito Eduardo Paes no exercício da Presidência do C40.
Atualmente Besserman é professor do Departamento de Economia da PUC-RJ e integra conselhos de diversas organizações não governamentais, entre as quais a Conservation International, o WWF, a Fundação Roberto Marinho, o FUNBIO, a Sustainable Development Solutions Network Brasil, Um só Planeta, bem como o comitê científico do Museu do Amanhã e o Conselho Consultivo do Censo Demográfico do IBGE.
Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar
Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.
Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.
Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.
Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.
Leia também
O que os candidatos ao governo do Pará propõem para a rastreabilidade bovina
Programa de Pecuária Sustentável já está em andamento, mas planos de Hana Ghassan e Daniel Santos apontam caminhos diferentes para a pecuária sustentável →
Coalizão alerta para impactos do El Niño sobre próxima safra
Chuvas intensas e estiagens podem afetar produção, renda, empregos, logística e preços dos alimentos, segundo a entidade →
Em Belém, Flávio Bolsonaro diz que turista é o “maior fiscal do meio ambiente”
Candidato do PL defendeu que o turismo em áreas indígenas, quilombolas e reservas ambientais pode ajudar a proteger o meio ambiente →
