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E no país do crioulo doido…

Artigo do secretário de meio ambiente de São Paulo, Xico Graziano, no Estadão da última terça-feira expõe o absurdo do absurdo em termos de desapropriação de terras pelo Incra e meio ambiente. O texto conta a história de Maria Lúcia, fazendeira do Mato Grosso do Sul que teve sua propriedade considerada improdutiva pelo instituto por causa de um cálculo que leva em conta a porcentagem da área usada para atividades agropecuárias. O mínimo é 80%. Maria Lúcia tinha 68%. Mas um detalhe importante foi simplesmente ignorado pelo governo: o resto da área era reserva florestal, mata atlântica que a fazendeira protegia por livre e boa vontade. Isso só não constava na papelada da propriedade. Exemplo de burocracia burra, que vai levar agora a um recurso na Justiça – que, dificilmente, escreve Graziano, dará ganho de causa à Maria Lúcia.

Redação ((o))eco ·
11 de abril de 2007 · 19 anos atrás

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