Notícias

E no país do crioulo doido…

Artigo do secretário de meio ambiente de São Paulo, Xico Graziano, no Estadão da última terça-feira expõe o absurdo do absurdo em termos de desapropriação de terras pelo Incra e meio ambiente. O texto conta a história de Maria Lúcia, fazendeira do Mato Grosso do Sul que teve sua propriedade considerada improdutiva pelo instituto por causa de um cálculo que leva em conta a porcentagem da área usada para atividades agropecuárias. O mínimo é 80%. Maria Lúcia tinha 68%. Mas um detalhe importante foi simplesmente ignorado pelo governo: o resto da área era reserva florestal, mata atlântica que a fazendeira protegia por livre e boa vontade. Isso só não constava na papelada da propriedade. Exemplo de burocracia burra, que vai levar agora a um recurso na Justiça – que, dificilmente, escreve Graziano, dará ganho de causa à Maria Lúcia.

Redação ((o))eco ·
11 de abril de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
2 de julho de 2026

Copa do Mundo das áreas protegidas: Grupo I

Bicampeã mundial e candidata ao título, a França também se destaca na conservação da natureza, com quase 7 mil áreas protegidas e parques

Salada Verde
2 de julho de 2026

Parque Nacional do Itatiaia comemora 89 anos com horizonte de novos investimentos

Celebração tem inauguração de mirante, solenidade e lançamento de pacote de ações previstas no caminho até o próximo e emblemático 90º aniversário

Notícias
1 de julho de 2026

As Cunhã-Porangas transformam o próprio corpo em floresta, rio e mito no Festival de Parintins

Representantes das mulheres indígenas, as cunhãs surge primeiro como guerreira, mas depois encarna a biodiversidade amazônica e a transforma em arte cênica

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.