Notícias

Chatos de novo

Os Estados Unidos, na pele de seu presidente George W. Bush, não cansam de complicar os esforços mundiais para diminuir as mudanças climáticas. Reportagem divulgada pela BBC News afirma que o esboço do acordo preparado pelo G8 e que será lançado no próximo mês pode sofrer interferências dos Estados Unidos. A presidência rotatória do grupo, que agora está com a Alemanha, determinou que o aquecimento global fosse tratado como prioridade e o rascunho original do documento impõe como meta que o aumento da temperatura no planeta não ultrapasse 2º C. Para isso, dizem ser necessário cortar pela metade as emissões de gases estufa até 2050. Mas os Estados Unidos, é claro, não concordam. Além de não aceitarem o texto que exige a eficiência energética em transportes e prédios, os americanos pedem que retirem o trecho que estabelece um mercado global de créditos de carbono.

Redação ((o))eco ·
15 de maio de 2007 · 19 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Salada Verde
11 de junho de 2026

Governo muda regras do FNMA para acelerar repasses contra incêndios florestais

Novo decreto simplifica o acesso ao Fundo Nacional do Meio Ambiente e promete acelerar recursos para prevenção e combate a incêndios florestais

Notícias
11 de junho de 2026

Em pacotão de medidas ambientais, Lula cria e amplia parques nacionais

Governo assinou conjunto de decretos ambientais que foram desde unidades de conservação, à regulamentação de mecanismos financeiros e política de restauração na Caatinga

Colunas
11 de junho de 2026

Não há mais retorno, mas como seguimos em frente?

Embora os recifes localizados dentro dessas áreas protegidas não estejam imunes ao aquecimento dos oceanos, há evidências de que a mortalidade tende a ser menor em regiões bem conservadas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.