Recifes de coral, aqueles que no Brasil são detonados pela pesca com bombas (popular na Bahia e Alagoas), pisoteados por turistas e sufocados pelo sedimentos trazidos por rios sem mata ciliar, valem 172 bilhões de dólares anuais para a economia mundial. Eles atraem turistas, são santuários para espécies de peixes comerciais e protegem os litorais dos efeitos de tempestades. Pavan Sukhdev, do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas, apresentou estes fatos como argumento para salvar os recifes de coral das mudanças climáticas durante a conferência Diversitas, realizada em Cape Town (África do Sul).
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