
Os especialistas definiram 50 ações urgentes para conservar o predador, tratando de políticas públicas, educação e comunicação, pesquisa, perda, conflitos com atividades humanas, caça e fragmentação de habitats. Os três últimos foram considerados os problemas mais sérios pelos pesquisadores, segundo o Cenap.
Apesar da situação da onça-pintada ser melhor no Pantanal e pontos da Amazônia, a realidade nos outros biomas é crítica – ela está “Ameaçada” na Mata Atlântica; “Vulnerável” no Cerrado e “Criticamente Ameaçada” na Caatinga. Essa divisão de ameaças por bioma ainda é uma proposta que será apreciada por lideranças do Instituto Chico Mendes.
Também foram geradas estatísticas sobre as populações de onças no país, o que pode ajudar nos esforços para salvar a espécie onde ela tem maior risco de desaparecer em curto e médio prazos. O Nordeste, por exemplo, abriga menos de 250 desses animais e pode ter a espécie extinta em 60 anos. Uma solução para mudar essa tendência preocupante é criar novas unidades de conservação e corredores unindo as já existentes, ligando populações isoladas.
Em meados de 2010, o governo promete publicar uma plano nacional para a conservação da onça-pintada, pesando todos esses pontos.
Saiba mais:
Para salvar o grande predador
Convivendo com a onça-pintada
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