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Para quem anda reclamando que a criação de três Florestas na Calha Norte vai abrir a região a exploração de madeireiros, vale lembrar que nela há ainda 54 mil quilômetros quadrados de terras aguardando para serem transformadas em áreas de proteção integral. Além disso, boa parte do terreno que vai compor a Floresta Estadual do Paru é inacessível. Não é à toa que os pedidos que o governo estadual têm recebido para cortar árvores na região se concentram justamente nas Florestas de Faro e de Trombetas. Os madeireiros, definitivamente, sabem onde podem cortar.

Redação ((o))eco ·
16 de agosto de 2006 · 20 anos atrás

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