
Enquanto o Riocentro é o lugar onde os chefes de estado se encontram, o Aterro do Flamengo é o espaço para a sociedade civil tratar dos graves problemas enfrentados pela humanidade e demonstrar a força política dos povos organizados. A Cúpula dos Povos é aberta para todos. É aberta para aqueles que querem protestar contra a “morte da natureza”. Para os que querem dançar Maracatu. Para os moradores do Rio de Janeiro que presenciaram ainda jovens a Eco92, e hoje levam no colo, vinte anos depois, os pequenos cidadãos que irão herdar este mundo, os principais interessados no “futuro que queremos”. Tomado por índios de várias tribos do Brasil, como a Pataxó e a Kariri Xokó, e até mesmo de outros países da América do Sul, o Aterro do Flamengo é um espaço autônomo, plural, democrático, que respeita a diversidade, as diferentes formas de atuação. É um espaço para um encontro da cidadania.
Victor Moriyama esteve no Aterro do Flamengo e capturou através de suas lentes um pouco da diversidade que é a Cúpula dos Povos.
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