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O colunista do The New York Times Thomas Friedman esteve no Brasil para investigar o nosso álcool de cana. E parece que gostou do que viu. Em seu último artigo , "Dumb as we wanna be" ("Tão burros quanto queremos ser") criticou o governo norte-americano por taxar a importação do etanol brasileiro, em favor dos produtores ianques do combustível, que o fabricam através do milho . Diz que o álcool de cana é mais vantajoso tanto economicamente como ambientalmente. Mas alerta: uma corrida desordenada ao biocombustível pode ter efeitos ambientais negativos – é preciso mapear com cuidado as novas terras para cultivo, separando-as das áreas que devem ser preservadas. Uma versão do texto em português saiu no jornal Folha de São Paulo.

Redação ((o))eco ·
21 de setembro de 2006 · 20 anos atrás

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