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Rio morto

Segundo relatório da Cetesb sobre a qualidade das águas em São Paulo, o rio Tietê está mais poluído do que nunca. Aumento na concentração de substâncias tóxicas, mais esgoto sem tratamento e sujeira sólida são os principais agentes degradantes. Mesmo com o investimento de US$ 400 milhões do governo, com apoio internacional, o nível de oxigênio voltou aos patamares críticos da década de 90, quando foi implantado o Projeto Tietê de despoluição do rio. Em depoimento dado ao Estadão, o presidente da Cetesb culpa as prefeituras da Grande São Paulo que não se preocuparam com o tratamento de esgoto.

Redação ((o))eco ·
16 de maio de 2007 · 19 anos atrás

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