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Ainda não terminou a novela em torno das usinas do rio Madeira e já estão em curso estudos para a construção de uma nova grande hidrelétrica na Amazônia, no rio Tapajós e seu afluente, Jamanxim. Reportagem da Folha de São Paulo diz que a construtora Camargo Corrêa deve concluir o levantamento do potencial hidrelétrico dos rios ainda neste semestre. O Tapajós é um dos últimos grandes rios amazônicos que não têm o represamento planejado. Esse procedimento mal começou, mas problemas já são apontados por ambientalistas. A área mais provável para istalação de usinas, a cachoeira de São Luis, é cercada por unidades de conservação, como o Parque Nacional da Amazônia e a Floresta Nacional de Itaituba. "Tem muito pouco espaço fora de unidades de conservação e assentamentos", diz Roberto Smeraldi, diretor da ONG Amigos da Terra.

Redação ((o))eco ·
29 de maio de 2007 · 19 anos atrás

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