Notícias

Conta conjunta

Ninguém quer pagar a conta do desmatamento na Amazônia. Ainda mais quando as árvores derrubadas garantem, por ano, R$ 2 bilhões aos cofres do estado, como é o caso do Pará. Em entrevista ao jornal O Globo, a governadora Ana Julia Carepa destaca que os cortes ilegais representam 7% do PIB paraense. “Imagine se quero destruir a economia do meu estado! Alguém tem que pagar a conta”, disse. Ana Julia, porém, defende que haja outras atividades econômicas para a população local, e diz que vai entrar com ações sociais para atrair os que hoje vivem de derrubar florestas. Mas insiste que essa transição só vai ocorrer no Pará se o restante do país meter a mão no bolso para colaborar.

Redação ((o))eco ·
25 de fevereiro de 2008 · 18 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
24 de julho de 2026

Caminhoneiros autônomos reclamam de dificuldade na aquisição de veículos menos poluentes

Relatos mostram que em três anos de vigência do Proconve P8, Brasil não avançou para transição energética justa no transporte rodoviário de carga

Notícias
24 de julho de 2026

Novo centro no RJ vira marco para restauração da Mata Atlântica

O centro será um espaço de pesquisa, capacitação e um amplificador de boas práticas na recuperação do bioma, promovido pela Associação Mico-Leão-Dourado

Análises
24 de julho de 2026

Enchentes podem espalhar poluentes da mineração de carvão no Rio Grande do Sul

Metais tóxicos e outros contaminantes associados à extração de carvão podem ser transportados por chuvas intensas e enchentes, alcançando áreas distantes das minas

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.