Notícias

Desmatamento dá seca

Moradores das cidades de Juruena e Nova Bandeirantes, no extremo norte de Mato Grosso, recorreram ao deputado estadual Airton Português (PP) para reivindicar, entre outras coisas, recursos para abertura de poços artesianos nas respectivas zonas rurais. “Cerca de 30 famílias sofrem com a seca no local”, diz em nota, o parlamentar. Cada qual situado em um lado do majestoso rio Juruena, um dos principais formadores do rio Tajapós, os municípios são cortados por diversos cursos hídricos menores e até a década de 70 eram totalmente cobertos por floresta amazônica, o que lhes garantia umidade mais do que suficiente para não sofrerem com a estiagem. O desmatamento e a garimpagem sem controle destruíram em 40 anos de 30 a 40% das matas nativas dos municípios.

Redação ((o))eco ·
2 de outubro de 2009 · 17 anos atrás

Se o que você acabou de ler foi útil para você, considere apoiar

Produzir jornalismo independente exige tempo, investigação e dedicação — e queremos que esse trabalho continue aberto e acessível para todo mundo.

Por isso criamos a Campanha de Membros: uma forma de leitores que acreditam no nosso trabalho ajudarem a sustentá-lo.

Seu apoio financia novas reportagens, fortalece nossa independência e permite que continuemos publicando informação de interesse público.

Escolha abaixo o valor do seu apoio e faça parte dessa iniciativa.

Leia também

Notícias
19 de junho de 2026

Copa do Mundo das Áreas Protegidas: Grupo D

EUA, Paraguai, Austrália e Turquia disputam vaga na próxima fase. Na Copa das Áreas Protegidas, cada país entra em campo com suas estratégias de conservação

Notícias
19 de junho de 2026

Produtores rurais impedem audiência pública sobre criação de UC no Pantanal

Com discurso carregado de desinformação sobre “impactos” do Refúgio de Vida Silvestre Delta do Salobra, grupo liderado por sindicato rural ocupa auditório e nega diálogo com ICMBio

Externo
19 de junho de 2026

Entenda por que a extinção das línguas é uma questão ambiental

Mais de 2 mil línguas indígenas correm risco de desaparecer neste século – e, com elas, poderemos perder conhecimentos ecológicos tradicionais de suma importância

Mais de ((o))eco

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.